Impotência sexual masculina: Dados importantes

As causas orgânicas e psicológicas da impotência sexual masculina criam um circuito sério de automanutenção para intervir de maneira multidisciplinar.

O objetivo fundamental de uma psicoterapia eficaz para a impotência sexual masculina é estabelecer um nível de intimidade que tanto se acalme quanto estimula o desejo sexual e alivia o desconforto e a vergonha associados ao distúrbio.

Impotência sexual masculina: características e dados do transtorno

distúrbio da ereção masculina , comumente chamado de impotência sexual , possui várias características distintivas, necessárias para prosseguir com o diagnóstico, conforme relatado no DSM-V (American Psychiatric Association, 2013):

  • Incapacidade persistente ou recorrente para atingir ou manter uma ereção adequada , até o término da atividade sexual, ou redução acentuada na rigidez da ereção, para um mínimo de 75% de ocasiões de atividade sexual e por um período de pelo menos seis meses
  • A anomalia causa desconforto significativo ou dificuldades interpessoais
  • A disfunção não é melhor atribuída a outros transtornos psiquiátricos (além da disfunção sexual) e não se deve exclusivamente aos efeitos fisiológicos diretos de uma substância ou de uma condição médica geral.

Os dados sobre o fenômeno da impotência sexual masculina mostram toda a sua relevância para o bem-estar pessoal e dos casais: um dos estudos italianos mais conceituados, que remonta a 2000, mostra cerca de 13% da população masculina italiana (cerca de três milhões, incluindo e viúvas) apresentam impotência sexual , considerando pacientes que sofrem episódios recorrentes e ocasionais. Destes, 70% têm mais de sessenta anos de idade (Parazzini et al., 2000).

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As causas da impotência sexual masculina

As causas reconhecidas da impotência sexual masculina são tanto orgânicas quanto psicológicas, com o componente psicológico que amplifica e agrava problemas de natureza física.

Causas orgânicas da impotência

Em relação às causas orgânicas, reconhece-se a impotência sexual masculina de natureza arterial , levando a uma deficiência de preenchimento e de natureza venosa, manifestada por um déficit de manutenção.No primeiro caso, a rigidez do pénis não é suficiente para permitir a penetração de (a pressão do sangue nas artérias cavernosas é demasiado baixa para ser capaz de relaxar completamente o corpo cavernoso), enquanto no segundo a ereção completa, se alcançou, irá desaparecer muito rapidamente. Dentro dos tratamentos disponíveis hoje, próteses penianas (estruturas mecânicas ou hidráulicas, que criam um estado de ereção sob demanda, através de um dispositivo manual), cirurgia vascular e uso de substâncias vasoativas, sendo as mais conhecidas a papaverina

Causas comportamentais da impotência

O ‘  impotência sexual masculina também pode ser causada por maus hábitos de vida, tais como a falta de exercício, sono insuficiente, o tabagismo (com redução do fluxo sanguíneo nas artérias que fornecem sangue para os corpos cavernosos do pênis e uma deterioração das ruas respiratória) e o abuso de álcool e drogas.

Um círculo vicioso de depressão e impotência sexual

É importante notar que cada homem que sofre de uma doença debilitante crônica muitas vezes experimentam um estado depressivo maior, que por sua vez pode ser devido ao mau desempenho sexual: é, portanto, para criar um ciclo vicioso auto-sustentável que agrava a depressão e insatisfação com vida sexual.

Fatores psicogênicos da impotência

Os fatores psicogênicos que afetam significativamente a atividade sexual são a ansiedade e o estresse crônico (Dèttore, 2001). Eles podem, em si mesmos, ser responsáveis ​​pela deficiência erétil (sem causas orgânicas detectáveis ​​com as atuais ferramentas de diagnóstico) ou podem se desenvolver de acordo com um déficit erétil orgânico, amplificando-o e mantendo-o.

 

DIFICULDADE NA EREÇÃO PODE INDICAR PROBLEMAS DO CORAÇÃO

DIFICULDADE NA EREÇÃO PODE INDICAR PROBLEMAS DO CORAÇÃO

De acordo com um estudo da American Heart Association, homens com disfunção erétil têm cerca de duas vezes mais chances de ter um ataque cardíaco. É importante dar atenção para esse quadro, já que qualquer sinal que indique uma doença no coração pode garantir a prevenção e tratamento mais rápido e eficaz

Ainda tratada como tabu por muitos, a “impotência sexual” ou disfunção erétil é mais comum do que se imagina. Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, cerca de 50% dos homens acima de 40 anos têm alguma reclamação em relação às ereções. Embora sua consequência mais evidente se dê durante o ato sexual, ela pode ser indício de outros problemas e deve ser vista como um alerta. Com causas psicológicas e orgânicas, a disfunção erétil é um dos marcadores para a doença cardíaca e, em alguns casos, ela pode preceder o infarto.

Com um quadro desse tipo, o urologista deve encaminhar o paciente ao cardiologista. A artéria que vai para o pênis é mais fina do que a artéria aorta, por exemplo, mas se a aorta entope, o sangue chega em menor quantidade no órgão e já pode indicar que há lesões cardíacas não detectadas. “Por isso, é importante que os médicos sempre avaliem o quadro do indivíduo de uma maneira global”, recomenda o cardiologista e clinico geral do HCor – Hospital do Coração, em São Paulo, Dr. Abrão Cury.

Um estudo da American Heart Association feito com 1519 pacientes em 13 países mostrou que há relação entre a ereção deficiente e a aterosclerose – artéria com placas de colesterol em seu interior -, que pode causar doenças cardíacas. A pesquisa mostra que homens com disfunção erétil têm cerca de duas vezes mais chances de ter um ataque cardíaco. É importante dar atenção para esse quadro, já que qualquer sinal que indique uma doença no coração pode garantir a prevenção e tratamento mais rápido e eficaz.

A Disfunção Sexual Erétil (DSE) é caracterizada pela incapacidade permanente de se obter uma ereção peniana de qualidade suficiente para a prática sexual. É uma situação relativamente frequente em nosso meio e, de acordo com um levantamento recente da Sociedade Brasileira de Urologia, no Brasil cerca da metade dos homens com mais de 40 anos tem alguma queixa relacionada a qualidade de suas ereções.

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De acordo com o Urologista do HCor, Dr. Mário Mattos, a DSE tem várias causas, sejam elas físicas ou emocionais. Entre as físicas ou orgânicas estão relacionados o processo natural de envelhecimento, diabetes, tabagismo, hipertensão arterial, baixa de testosterona, doenças neurológicas, hipotireoidismo, abuso de drogas, tratamento do câncer de próstata (cirurgia ou radioterapia), entre outras.

Já os problemas emocionais, cada vez mais frequentes em nosso meio, estão geralmente relacionados a quadros depressivos, problemas de relacionamento pessoal ou afetivo e situações de estresse. “Não é difícil para o Urologista identificar o problema, sendo o diagnóstico suspeito com base nos sintomas referidos pelo paciente em consulta médica. Alguns exames laboratoriais e de imagem podem ajudar a confirmar o diagnóstico, além de apontar suas prováveis causas”, explica Dr. Mattos.

Disfunção Erétil – tratamento medicamentoso e cirúrgico

Segundo o urologista do HCor, o tratamento deve ser realizado de maneira sequencial. Na primeira etapa devem ser tratadas ou compensadas todas as causas orgânicas identificadas e o suporte psicoterápico deve ser oferecido. Caso não seja suficiente e desde que não existam contra indicações são oferecidas em uma segunda etapa medicações de uso oral.

Os remédios para a DSE têm a fama de serem prejudiciais para o coração, o que não é comprovado cientificamente. De acordo com Dr. Abrão Cury, esses medicamentos podem, inclusive, serem tomados por pacientes que já tiveram infarto. A única restrição para pacientes com doença no coração é para aqueles que tomam remédios que levam nitrato na fórmula.

“Quando esses medicamentos são combinados com os estimuladores de ereção, um dos efeitos colaterais é a queda da pressão, que pode cair a ponto de o paciente falecer. Fora isso, não há riscos para nenhum tipo de paciente”, esclarece o cardiologista do HCor.

Outro ponto importante é respeitar a dose máxima recomendada. Ultrapassar essa quantidade causa uma amplificação dos efeitos colaterais, como dor de estômago, de cabeça e rubor facial. “Não há por que tomar mais que o indicado, já que aumentar a dose não aumenta a ereção”, alerta Dr. Mattos, urologista do HCor.

Felizmente a maior parte dos pacientes têm seu problema resolvido ou atenuado com estas atitudes tomadas nas duas primeiras etapas. No entanto, uma parcela menor, porém significativa de pacientes, necessita de intervenções complementares em novas etapas. “Tratamos no Serviço de Urologia do HCor, pacientes com DSE de maior gravidade, que requerem tratamentos mais invasivos e menos conhecidos pelo público em geral, como as injeções de medicações diretamente no interior dos corpos cavernosos ou o implante de próteses peniana”, ressalta Dr. Mattos.

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As injeções de medicações diretamente no interior dos corpos cavernosos podem ser utilizadas com bons resultados, mas com baixa aceitação pelos pacientes. Geralmente o abandono desta forma de tratamento é alto em razão da dificuldade em realizar a auto injeção, ereção dolorosa e risco de “Priapismo” (ereção prolongada que pode desencadear se não tratada a tempo DSE irreversível).

Quando as estratégias medicamentosas não surtem efeito, está indicado o implante de próteses penianas. “Trata-se de uma cirurgia que evoluiu muito nestas últimas três décadas representando hoje uma maneira segura e eficiente de se resolver a DSE grave, não responsiva aos tratamentos orais ou drogas intra cavernosas”, finaliza o urologista do HCor.

Conflitos relacionais e problemas sexuais masculinos

A resposta sexual humana deriva do envolvimento de fatores biológicos, socioculturais e psicológicos. Assim, a disfunção sexual é uma típica doença multi-dimensional em que a perturbação de um dos componentes poderia coinvolgerne outro com efeitos negativos sobre a qualidade de vida, relações interpessoais e humor. A deterioração do relacionamento do casal tem sido associada ao enfraquecimento das funções sexuais masculinas, particularmente no que diz respeito à disfunção erétil (DE). Além disso, muitos dados que sugerem uma redução na actividade sexual devido a uma relação conjugal insatisfatório poderia contribuir para o empobrecimento da vasculatura do pénis e a redução dos níveis de testosterona: Por esse motivo, a qualidade do relacionamento do casal deve ser avaliada em indivíduos com disfunção erétil. Os factores de stress também podem resultar de externa para os contextos de pares, como o stress no trabalho, tensões econômicas e conflitos em toda a família (muitas vezes relacionados a distúrbios e comportamentos de risco mental), que pode ocorrer por meio da agressão física e verbal, a crítica constante, moções de raiva e discussões recorrentes. O objetivo deste estudo italiano, conduzido por Valentina Boddi, Egidia Fanni Giovanni Castellini, Alessandra Fisher, Giovanni Corona e Mario Maggi, da Universidade de Florença e os Centros Médicos de Florença e Bolonha, é avaliar a possível associação entre a disfunção sexual masculina e relacionamentos conflitantes entre casais e membros da família. Para isso foram entrevistados 3.975 pacientes do sexo masculino usando a entrevista estruturada para a disfunção eréctil (SIEDY) para identificar e quantificar os problemas de ordem orgânicos e dificuldades de relacionamento com o parceiro de corrente. O conflito entre os parceiros e a família é investigado através de duas perguntas: “Existem conflitos em casa?” E “Existe uma dificuldade relacional com o parceiro? Existem brigas freqüentes? Você se evita? “Seguido das seguintes possíveis respostas: 0 = um relacionamento normal; 1 = há discussões ocasionais; 2 = há frequentemente ou sempre discussões. Os pacientes também foram convidados a preencher um questionário para triagem de transtornos mentais (MHQ) através da qual, em pacientes não-psiquiátricos, você pode verificar se há ansiedade, fobias, traços obsessivo-compulsivos, somatizações, sintomas depressivos ou histéricos / histriónicos. Todos os pacientes completaram a avaliação com dados sobre pressão arterial, circunferência da cintura, peso e altura. Os resultados mostram que 16,3% dos pacientes relatam ter briga de família ocasional e 4,8% de ter com freqüência; 24% relatam conflitos casuais ocasionais, enquanto 8% os têm com frequência. Ansiedade e depressão foram correlacionadas com os dois tipos de conflito e a tendência de somatização foi prevalente em indivíduos que relataram conflito familiar, sintomas e histriônico / histeria foram prevalentes em indivíduos riscontravano-los dentro do casal. A presença de tensões entre o casal e a família está associada a um maior risco de DE subjetivo e objetivo; Além disso, os autores definem que os conflitos na família, mas não em pares, estão associados à redução do fluxo sanguíneo no pênis, enquanto o declínio do desejo não está associado à presença de conflitos. As discussões familiares são, ao contrário, associadas à ejaculação precoce, enquanto um relacionamento conflituoso entre casais, na ausência de conflitos familiares, mostra um risco maior de relacionamentos adúlteros. Finalmente, se por um lado a presença de ambos os tipos de conflito está associada à falta de intimidade sexual, por outro, uma relação de casal pouco satisfatória está relacionada ao uso de álcool, tabaco e drogas e a uma condição estressante de vida familiar. O funcionamento negativo do relacionamento está direta e indiretamente ligado a problemas que afetam as seguintes áreas: humor desviado, baixa qualidade de vida, dificuldades nos mecanismos cardiovascular, endócrino, imunológico, sensorioneural e outros mecanismos psicológicos. Conflitos dentro da família e do casal podem ser considerados os principais fatores que podem prolongar e exacerbar um problema sexológico. A associação da falta de intimidade sexual presente em ambos os casos também se torna um fator contextual na disfunção sexual masculina, que pode se tornar um problema crônico e, assim, limitar a sexualidade.

Um dos achados mais importantes do estudo é a associação entre os dois tipos de conflito e a disfunção erétil subjetiva e objetiva. Os níveis de ansiedade induzidos por diferentes estresses e pela hostilidade do casal e da família podem causar limitação dos pensamentos eróticos e inibir a resposta sexual masculina, que por sua vez leva à contração dos músculos cavernosos lisos.

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A partir deste interessante estudo, emergem dados úteis para a reflexão sobre a complexidade da etiopatogenia da disfunção erétil: a qualidade do casal e as relações familiares para uma vida sexual saudável do homem são fundamentais. Embora esses dados sejam conhecidos, é mais freqüentemente referido como válido para mulheres, o homem dificilmente é reconhecido como sensível a fatores relacionais. Além disso, este estudo já apresenta o problema relacionado à dificuldade dos homens em confiar em seus problemas devido à herança cultural e preconceitos que preveem o homem como “forte”, “racional” e “não atento à afetividade”. Esse aspecto, ainda vivo em nossa sociedade, limita o gênero masculino na declaração de dificuldades afetivas e isso pode nos fazer a hipótese de como, na realidade, a porcentagem declarada de presença de conflito no casal e na família é significativamente maior do que os resultados obtidos. As dificuldades relacionais podem determinar no homem experiências de agressão como a ingestão de drogas que provavelmente não seriam manifestadas se o conflito fosse expresso de forma construtiva e não destrutiva. Concluindo, portanto, parece necessário abandonar antigas crenças falsas como a mencionada acima, para as quais o homem é insensível à afetividade; Além disso, é imperativo que o especialista em questão facilita relacionais torque e conflitos familiares do homem nell’esplicazione através da história cuidadosa destes, a fim de estruturar um trabalho preciso e eficiente para o paciente que leva a disfunção sexual, especialmente disfunção eréctil. As dificuldades relacionais podem determinar no homem experiências de agressão como a ingestão de drogas que provavelmente não seriam manifestadas se o conflito fosse expresso de forma construtiva e não destrutiva. Concluindo, portanto, parece necessário abandonar antigas crenças falsas como a mencionada acima, para as quais o homem é insensível à afetividade; Além disso, é imperativo que o especialista em questão facilita relacionais torque e conflitos familiares do homem nell’esplicazione através da história cuidadosa destes, a fim de estruturar um trabalho preciso e eficiente para o paciente que leva a disfunção sexual, especialmente disfunção eréctil. As dificuldades relacionais podem determinar no homem experiências de agressão como a ingestão de drogas que provavelmente não seriam manifestadas se o conflito fosse expresso de forma construtiva e não destrutiva. Concluindo, portanto, parece necessário abandonar antigas crenças falsas como a mencionada acima, para as quais o homem é insensível à afetividade; Além disso, é importante que o especialista facilite o homem na explicação do conflito de relacionamento entre casais e familiares, através de um histórico cuidadoso, a fim de estruturar um trabalho preciso e eficiente para o paciente que traz disfunções sexuais, em particular a disfunção. eréctil. Concluindo, portanto, parece necessário abandonar antigas crenças falsas como a mencionada acima, para as quais o homem é insensível à afetividade; Além disso, é importante que o especialista facilite o homem na explicação do conflito de relacionamento entre casais e familiares, através de um histórico cuidadoso, a fim de estruturar um trabalho preciso e eficiente para o paciente que traz disfunções sexuais, em particular a disfunção. eréctil. Concluindo, portanto, parece necessário abandonar antigas crenças falsas como a mencionada acima, para as quais o homem é insensível à afetividade; Além disso, é importante que o especialista facilite o homem na explicação do conflito de relacionamento entre casais e familiares, através de um histórico cuidadoso, a fim de estruturar um trabalho preciso e eficiente para o paciente que traz disfunções sexuais, em particular a disfunção. eréctil.

Comunicação, a chave para o casal com problemas sexuais.

Se as mulheres estão mais conscientes da menopausa, os homens muitas vezes sofrem com a falta de informação e às vezes se preocupam com mudanças que são normais. Eles tendem a refugiar-se em silêncio e um certo fatalismo, e às vezes evitam encontros próximos para evitar enfrentar uma ereção menos valorosa.

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Quanto ao parceiro, ela pode não se sentir desejada e colocar essa evitação por conta dos quilos tomados durante a menopausa , por exemplo. Outro possível mal-entendido: se a mulher evita o intercurso porque não se sente bem consigo mesma, o homem dirá que é devido às suas ereções menos rígidas. O diálogo é, portanto, essencial para evitar estas interpretações erradas e um círculo vicioso que servirá apenas para reforçar o afastamento.

A comunicação dentro do casal é, portanto, essencial para se adaptar às mudanças que todos encontram com a idade. Estes desenvolvimentos são então uma oportunidade para encontrar uma nova dinâmica sexual para dois. E para o homem que tem um distúrbio sexual, o parceiro desempenha um papel fundamental na escuta e no apoio. Ela é muitas vezes uma força motriz em um atendimento médico, enfrentando o fatalismo do homem, muitas vezes julgando seus problemas inevitáveis.

“Os homens não se atrevem a falar sobre isso”, confirma Dr. Droupy, que descreve dois tipos de reação nas mulheres: a maioria é muito compreensiva, reconfortante no início e depois evitando sexualmente solicitar ao homem que não o derrote e finalmente encorajando-o a consultar; uma proporção mais rara vive muito mal com disfunção erétil e requer um tratamento rápido.

Aproveite o prazer …

Ao ler essas consequências da idade, os leitores podem ficar preocupados, com medo de envelhecer e não estarem à altura. Mas as mudanças detalhadas acima não impedem que uma sexualidade floresça na maioria dos mais de 50 anos, muito pelo contrário! E o prazer sexual não é menos bom … O conhecimento das mudanças não será muito estressante e melhor adaptado.

Assim, se o desejo for menos imperioso, a ternura e a cumplicidade com o parceiro compensarão no começo do abraço. Por que não experimentar uma massagem ou um jogo erótico para endurecer a ereção? Este é o momento para descobrir as preliminares mais longas e para saboreá-las … As senhoras também estão cheias dessa evolução e, como geralmente há um melhor controle da ejaculação , elas têm muito prazer em brincadeiras mais longas, mais de acordo com a fisiologia feminina. Quanto aos homens, assim que abandonam a noção de desempenho, sentem imenso prazer.

A partir dos 50 anos, o homem não precisa necessariamente investir tanto em sua carreira; as crianças crescem e deixam o ninho conjugal, o casal às vezes fica estagnado e fica atolado em uma rotina deletéria. Enquanto ainda somos jovens, o desafio provavelmente está no casal! Os parceiros estão suficientemente aptos para se descobrirem, para investir em novos projetos, viagens, mas também em um tête-à-tête sensual.

Para aqueles que se encontram solteiros, após um divórcio, um novo mundo se abre para eles, rico em descobertas e novas vibrações com um novo parceiro, ou mais … “Redes sociais e sites de namoro são fatores de mudança de comportamento entre os idosos “, confirma o Dr. Droupy.

Seja qual for a configuração, a marca de 50 anos está longe de soar a sentença de morte da vida sexual: a “sexualidade crua” do começo dá lugar a uma sensualidade rica em prazer, que ganha intensidade graças a um melhor conhecimento de auto e uma partilha superior com o parceiro …

Remédios para Emagrecer

Remédios para Emagrecer

Medicamentos para emagrecer? Resultados rápidos? Saúde afetada? Saiba mais sobre essas ”opções milagrosas”.
REMÉDIOS PARA EMAGRECER

Nem sempre emagrecer é uma tarefa fácil, isso acaba virando uma luta diária, por isso, a maioria das pessoas, acabam procurando por opções desesperadas, buscando o emagrecimento com outros métodos, como pílulas, remédios para emagrecer e outros produtos para perder peso, visando rápidos resultados para o emagrecimento e objetivos alcançados com menos esforço, mesmo não sendo a opção mais saudável.

REALIDADE DOS REMÉDIOS PARA PERDA DE PESO
As pessoas que seguem o caminho para resolver o seu problema de sobrepeso de forma rápida devem saber que não é a opção mais saudável e que mesmo os remédios mais potentes, a perda de peso não é eficaz, pois em sua maioria, os remédios não são realmente feitos para a queima de gordura. O medicamento inibe o apetite, a massa muscular sofre perda e o metabolismo fica completamente desregulado o que resulta na volta do peso em pouquíssimo tempo e prejudicando sua saúde por completo. Além da maioria desses medicamentos serem proibidos pela agência de saúde e q maioria precisar de prescrição médica.

VALE A PENA O USO DO MEDICAMENTO?
Apesar de tudo, a perda do peso acontece em curtíssimo tempo, porém é importante lembrar que os produtos que não precisam de prescrição são a melhor opção para o emagrecimento rápido, produtos naturais, dessa forma você se mantem seguro de qualquer risco e consegue seu tão sonhado corpo.

COMO FUNCIONAM OS REMÉDIOS PARA EMAGRECER ?
Muitos remédios para emagrecer que são proibidos e completamente desaconselhado para as pessoas, consiste principalmente na inibição do apetite, ao ingerir o medicamento a pessoa fica com o seu sistema nervoso central estimulado, o que resulta na inibição de neurotransmissores que são responsáveis pela fome e saciedade. Existem também os que induzem a anorexia por acelerar o metabolismo e causar aversão ao alimento, seus efeitos são comparados com os do craque, cocaína e metanfetamina. Remédios que agem diretamente no sistema nervoso central aumentando a liberação da noradrenalina e da dopamina, reduzindo o sono, a fome e deixando o indivíduo super agitado, causando dependência.

Outros que são realmente naturais, aumentam o metabolismo para promover a perda de gordura, ajudam a melhorar o sistema imunológico, bem-estar e a diminuir a retenção hídrica. Existem também os que combatem a celulite e diminuição acelerada de medidas. Extremamente ricos em nutrientes que o nosso corpo não produz e que são benéficos para a saúde e para a perda de peso, ajudando também no tratamento de algumas doenças. Não contendo efeitos colaterais.

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REMÉDIOS PARA EMAGRECER EFEITOS COLATERAIS
É muito importante avaliar quais as consequências podem ocorrer ao tomar certos remédios para emagrecer, a lista é extensa e as vezes o preço que se paga pode ser alto demais :

Depressão : talvez o preço mais caro de muito medicamento, a depressão é sintoma quase corriqueiro e comum em quase todo tipo de medicamento.
Diarreia é comum em muitos medicamentos como o Xenical e Orlilast
Insônia
Tremor principalmente nas mãos
Erupção cutânea ou comumente chamada de espinhas
Taquicardia, muitas vezes aumentando muito o risco de infarte
Dependência Química
Perda total do apetite trazendo anemia
Desmaios
Dores de cabeça
Febre
Entre outros
É fundamental atentar-se para as CONTRA-INDICAÇÕES, pois esses remédios não podem ser usados por pessoas com hipertensão arterial descompassada, diabetes do tipo 2, arritmias cardíacas, doenças psiquiátricas( depressão e transtornos do humor, impulsos compulsivos) e glaucoma. Pacientes com doenças inflamatórias intestinais deve se ficar muito atento a doenças associas ao tratamento escolhido para não haver dissabores eventuais posteriormente.

Remédios para emagrecer preço ?
O preço dos medicamentos farmacêuticos costumam ser muito caros e geralmente são proibidos em todo território nacional, além de você correr o risco de comprar um remédio falso e ilegal. Normalmente os produtos naturais comparado aos outros, são mais em conta e apresentam melhores resultados. além de sua fórmula possuir plantas, frutas e vitaminas.

MELHOR FORMA PARA O PESO IDEAL
Sabemos que a forma mais saudável de emagrecimento é seguindo uma dieta balanceada e praticar atividades físicas diariamente, é importante termos em nossas cabeças, o longo prazo, os resultados podem vir com mais lentidão, por isso, os remédios para emagrecer rapidamente, são tão buscados pela população.

CONCLUSÃO
As ”opções milagrosas” como você pode ter observado, são tão perigosas que estão proibidas pelos órgãos regulamentadores, isso se deve a maioria dos casos pelos efeitos colaterais, o indivíduo corre o risco do remédio perder o efeito e depois de algum tempo, você acabar engordando novamente.É sempre importante se manter com opções naturais, sem prescrição médica, remédios naturais na maioria das vezes os riscos não existem e maiores serão os resultados, ajudando o emagrecimento e até mesmo a sua saúde, justamente por não serem produtos processados ou industrializados. Lembre se, procurar a orientação de um médico é sempre indicado.

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5 Remédios Caseiros para Impotência Sexual

5 Remédios Caseiros para Impotência Sexual

O chá de alecrim, com chapéu de couro e catuaba ou o xarope natural preparado com mel, guaraná e ginseng são alguns exemplos de excelentes remédios caseiros e naturais que podem ser usado para tratar a impotência sexual masculina. Conheça as principais causas e como é feito o tratamento da impotência sexual clicando aqui.

Este problema surge geralmente em homens entre os 50 e os 80 anos de idade e a ansiedade, depressão ou a perda de libido e de desejo sexual são algumas das causas que levam ao surgimento da impotência. Conheça outras causas em Principais Causas da Impotência Sexual. Na maioria dos casos, o que geralmente acontece é que a ereção não acontece ou se acontece ela não é suficientemente rígida para permitir a penetração e uma relação sexual satisfatória. Aprenda a reconhecer se é impotência em Como Identificar se é Impotência Sexual. Assim, alguns remédios naturais incluem:

1. Chá de alecrim, com Chapéu de couro e Catuaba
Este chá é composto por plantas medicinais com propriedades afrodisíacas, que estimulam e a aumentam a líbido, e pode ser preparado do seguinte modo:

Ingredientes:

100 gramas de Alecrim;
100 gramas de Chapéu-de-couro;
100 gramas de Catuaba.

Modo de Preparo:

Faça uma mistura com as ervas secas e prepare o chá usando 20 g da mistura. Para preparar o chá, em uma panela colocar 20 gramas da mistura e adicionar 1 litro de água fervente.
Tampar deixar repousar durante 15 minutos antes de servir.
Este chá deve ser bebido 4 vezes por dia durante 7 dias, respeitando sempre todas as quantidades referidas pois embora esta seja uma opção natural, estas plantas acabam sempre estimulam o organismo.

2. Chá com cascas de Marapuama
O chá com Marapuama melhora a circulação sanguínea e aumenta tanto o desejo sexual como a líbido, sendo por isso uma ótima opção para ajudar no tratamento da impotência sexual. Para preparar esse chá vai precisar de:

Ingredientes:

2 colheres de sopa de cascas de Marapuama;
1 litro de água.

Modo de Preparo:

Colocar as cascas de Marapuama em uma panela com 1 litro de água e deixar ferver durante 20 minutos.
Passado esse tempo, desligue o fogo, tampe e deixe repousar durante aproximadamente 30 minutos ate amornar e coar antes de servir.
Este chá deve ser bebido 3 a 4 vezes por dia, todos os dias até querer ou até que sejam verificadas melhoras.

3. Chá de Tribulus terrestris
Este chá possuí propriedades que aumentam a produção de testosterona, sendo por isso muito utilizado no no tratamento de impotência e além disso aumenta o desejo e apetite sexual. Para preparar este chá precisa de:

Ingredientes:

2 colheres de chá de folhas secas de Tribulus terrestris;
500 ml de água fervente.
Tribulus Terrestris para aumentar o apetite sexual
Modo de Preparo:

Em uma xícara colocar as folhas secas e adicionar os 500 ml de água fervente, deixando repousar durante 10 minutos.
Coar sempre antes de beber.
Este chá deve ser bebido 2 vezes por dia, todos os dias até querer ou até que sejam verificadas melhoras.

4. Chá de raízes de Catuaba
Esta planta medicinal é ótima para aumentar a líbido, melhorando o desempenho sexual masculino. Para preparar esse chá precisa de:

Ingredientes:

40 gramas de raízes de Catuaba;
750 ml de água.
Catuaba para melhorar a libido e o desempenho sexual
Modo de Preparo:

Em uma panela coloque a água e quando estiver fervendo adicione as raizes da planta e deixe ferver durante 10 minutos.
Retirar do fogo, tampar e deixar repousar durante 15 minutos, coando sempre antes de beber.
Este chá deve ser tomado 3 vezes por dia, todos os dias até querer ou até que sinta melhoras.

5. Xarope caseiro com Mel, Guaraná e Ginseng
Este xarope caseiro possuí propriedades energéticas, estimulantes e fortificantes que ajudam a ter mais disposição durante a relação sexual, além de melhorar a circulação sanguínea o que potencia a ereção pênis. Para preparar este xarope precisa de:

Ingredientes:

1 xícara e meia de mel de abelhas;
1 colher de guaraná em pó;
1 colher de folhas de hortelã;
1 colher de ginseng em pó.

Modo de Preparo:

Em um recipiente de vidro escurecido com tampa adicione todos os ingredientes e misture bem com uma colher até obter uma mistura homogênea.
Deve tomar 1 colher de sopa desse xarope todas as manhãs, sempre que quiser ou sentir necessidade. Este xarope é no entanto contraindicado para hipertensos, gestantes, diabéticos e durante o período de amamentação.

Além das opções naturais referidas, existem Sucos com propriedades afrodisíacas e outras plantas medicinais como a Yohimbe, que podem ser usadas no tratamento deste problema. Conheça outras opções em Chás e Plantas Medicinais para a Impotência Sexual e veja como adequar a alimentação com alimentos afrodisíacos no vídeo a seguir.

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A impotência sexual pode ser tratada com remédios como viagra ou Cialis, terapia de reposição com hormônios ou com uso de aparelhos de vácuo, podendo em casos mais graves recomendada a implantação de próteses no pênis. Veja que remédios podem ser receitados pelo médico em Remédio para impotência sexual. Além disso, em alguns casos o aconselhamento com um psicologo ou psiquiatra e a realização de terapia de casal e psicoterapia são também muito importantes, pois ajudam tratar outros problemas, medos e inseguranças que possam existir.

COLÁGENO HIDROLISADO EM PÓ,O MELHOR?

COLÁGENO HIDROLISADO EM PÓ,O MELHOR?

Por uma pele mais durinha!
Já falei sobre colágeno hidrolisado por aqui uma vez, questionando se ele funcionaria ou não contra a flacidez, (veja aqui), e enquanto os cientistas não se decidem se funciona ou não, continuo tomando, primeiro porque me faz bem e sinto diferença, e segundo porque, depois dos 30, tô ” a espera de um milagre”, topando qualquer parada pra deixar a pele mais firme! hahaha

Acontece que, sempre que posto algo no instagram (@jurovalendo, segue lá!) ou no Face sobre colágeno, geralmente alguma foto dos meus sucos de colágeno, chovem perguntas sobre o bendito, e as dúvidas se concentram na “melhor opção”, se a versão em pó é melhor que a em cápsulas e assim por diante.

Eu tomo a versão em pó, a versão em cápsulas e como gelatina todo dia, porque né, com 33 anos o “ladeira abaixo” já começou, mas sou bem consciente da diferença e, principalmente, do poder de cada um deles, porque não, colágeno não é tudo igual!

COLÁGENO EM PÓ X COLÁGENO EM CÁPSULAS
É inquestionável que a versão em pó, via de regra, é muito mais concentrada, já que as cápsulas que encontrei, e procurei bastante, possuem, no máximo, 1g de colágeno, mas a grande maioria possui apenas 500mg, o que é uma quantidade irrisória pra fazer diferença.

Já a versão em pó tende a ser mais concentrada, e o ideal é optar por aquelas que têm a partir de 9g de colágeno por porção, ou seja, de 9 a 18 vezes mais que a versão em cápsula, o que garante que ele seja muito mais potente e que possa realmente fazer diferença na pele.

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COLÁGENO COM VITAMINA C FAZ DIFERENÇA!
No mais, as versões enriquecidas com vitamina A, vitamina C e vitamina E, além de zinco, são as melhores, pois esses micronutrientes potencializam a síntese do colágeno, além de apresentarem ação antioxidante.

Pra quem acha que é besteira, aqui vai: a vitamina é importante no desenvolvimento e manutenção da pele, a vitamina C tem participação direta na síntese de colágeno no organismo, a vitamina E é um antioxidante poderoso, que combate os radicais livres e dá um “chega pra lá” no envelhecimento, e o zinco, que é de fundamental importância para a manutenção da pele.

COLÁGENO HIDROLISADO: O QUE USO E COMO TOMAR
O colágeno hidrolisado em pó que uso é o da Sanavita, que tem várias versões, e agora tô usando o neutro (é o azul), e ele tem essas vitaminas todas, oferece 9g de colágeno por porção e não contém açúcar, adoçantes, lactose, glúten conservantes ou corantes artificiais, mas existem outras marcas que comercializam colágeno em pó que também oferecem as tais das 9g por porção.

Uso esse porque já conheço há tempos e acho fácil por aqui, mas na Natue, por exemplo, dá pra encontrar várias outras opções com os mesmos benefícios e com o preço bem menor.

A versão em cápsulas que tomo é da Sundown Naturals, e ganhei da marca, mas dificilmente compraria, porque ele vem com 100 cápsulas, mas cada cápsulas contém apenas 650mg de colágeno, o que é muito menos do que as 9g recomendadas, né? No mais, ele custa R$51,00, enquanto que o da Sanavita que falei acima custa R$63,00. Ou seja, o custo-benefício da versão em pó é infinitamente melhor!

Simplificando: se for pra tomar, escolha a versão hidrolisada em pó, com, ao menos, 9g de colágeno por porção, que é a que tem mais chances de realmente fazer diferença.

Alguém aqui toma? Sentem diferença? Tomam qual? Compartilhem aí!

Remédios para dormir, com a Neurologista Giuliana Macedo Mendes

Remédios para dormir, com a Neurologista Giuliana Macedo Mendes

Para algumas pessoas, conseguir ter uma boa noite de sono é, na verdade, um verdadeiro martírio; é, nesse momento, que os remédios para dormir entram em cena. No entanto, esta é uma prática que requer muito cuidado, já que alguns desses medicamentos podem causar sérios efeitos colaterais.

Convidamos a Neurologista Giuliana Macedo Mendes, Presidente da Associação Regional do Sono do Centro Oeste, para uma entrevista sobre o assunto e, veja só, que grata surpresa: estamos justamente em plena Campanha Nacional do Sono. Segundo a especialista, este ano a ação carrega o seguinte tema: “Não dê carona ao sono” e o seu objetivo principal é reduzir o número de acidentes de trânsito, decorrentes de sonolência ao volante.

Voltando à nossa pauta, veja o que a doutora Giuliana tem a dizer sobre o remédio para insônia:

Giuliana Macedo Mendes – Neurologista e Presidente da Associação Regional do Sono do Centro – Oeste – CRM – GO 7375

Aurélia Guilherme – Milhões de pessoas sofrem de insônia e recorrem aos remédios “tarja preta” para dormir. Porém, quais os danos dessa prática?

Dra. Giuliana Macedo Mendes – Os remédios “tarja preta” para dormir são chamados de hipnóticos benzodiazepinicos e, se usados cronicamente, por mais de 6 meses, podem levar à dependência física e psicológica, além de provocarem alguns efeitos colaterais indesejáveis, tais como sonolência diurna, comprometimento da memória e, no caso dos idosos, aumento do risco de queda.

Aurélia Guilherme – Qual a diferença entre os hipnóticos, tranquilizantes e os indutores do sono?

Dra. Giuliana Macedo Mendes – Hipnóticos são remédios que induzem o sono. Temos duas classes: os benzodiazepinicos ( tarja preta) e os não benzodiazepinicos, que não são “traja preta” e nem apresentam os efeitos colaterais indesejáveis dos benzodiazepinicos. Tranquilizantes são medicamentos ansiolíticos, que melhoram a ansiedade e que também podem causar sedação. Já, os Indutores do Sono são os próprios hipnóticos.

Aurélia Guilherme – Em que situações os hipnóticos não benzodiazepinicos são necessários?

Dra. Giuliana Macedo Mendes – Os medicamentos hipnóticos não benzodiazepinicos são indicados para Insônia, como primeira escolha, pois preservam a arquitetura (qualidade) do sono e não levam a sonolência no dia seguinte, além de não afetarem a memória.

Aurélia Guilherme – Os remédios para dormir viciam? Como deve ser a retirada deles da rotina noturna?

Dra. Giuliana Macedo Mendes – Sim, se falarmos dos hipnóticos benzodiazepinicos. Eles podem causar dependência, sim. Para deixar de toma-los, é necessário que isso seja feito de uma forma lenta, sob orientação médica, para avaliar qual a melhor maneira e velocidade de retirada.

Aurélia Guilherme – Qual a sua opinião sobre os suplementos, como a Melatonina, por exemplo?

Dra. Giuliana Macedo Mendes – A Melatonina é uma medicação natural indicada em duas situações: para trabalhadores de turno, que precisam trabalhar à noite e dormir de dia. Nesse caso, ele deve ser tomada antes de dormir, pela manhã. Uma outra condição em que a melatonina pode ser indicada, é para situações de Jet-Leg, quando viajamos para países com fuso horário diferente, ela auxilia na adaptação ao novo horário.

Colágeno Hidrolisado: o que é? Quais são seus benefícios?

Colágeno Hidrolisado: o que é? Quais são seus benefícios?

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O colágeno hidrolisado é composto de pequenas cadeias de aminoácidos, que auxiliam no formação de mais colágeno no corpo. Os estudos a respeito do colágeno hidrolisado ainda são bastante recentes, o que resulta em bastante questionamentos sobre o componente.

A maior parte dos estudos atuais sugere que ele seja capaz de aumentar o ganho e manutenção de massa magra. Além disso, atribui-se ao colágeno hidrolisado a capacidade de tratar artrite e reconstruir alguns tecidos no corpo.

Seus efeitos colaterais ainda não foram constatados, mas os tratamentos que o utilizem, clinicamente, ainda são raros. O melhor colágeno hidrolisado pode ser encontrado à venda em farmácias e sites, mas o ideal é solicitar acompanhamento médico para sua utilização.

Saiba o que é o colágeno hidrolisado, e quais são seus possíveis efeitos no corpo:

Assuntos dessa página

1 O que é o colágeno hidrolisado?
2 Como surgiu o componente?
3 Quais são os benefícios do colágeno hidrolisado?
4 Usos adicionais
5 Efeitos colaterais
O que é o colágeno hidrolisado?

A substância nada mais é do que o colágeno derivado dos ossos e cartilagens bovinos, reformulado. Geralmente, o osso é esmagado, moído e tratado quimicamente. Neste tratamento, utiliza-se ácido para remover cálcio e outros componentes que não são o colágeno.

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As partículas, então, são quebradas em ligações menores e desidratadas. Este processo resulta em partículas de amino-ácidos pequenas e intactas, que não foram danificadas. Estas partículas possuem a vantagem de serem rápida e facilmente absorvidas pelo organismo. Assim que entram na corrente sanguínea, podem ser utilizadas para construir novas partículas mais estruturadas e colágeno.

Como surgiu o componente?
O colágeno hidrolisado já é utilizado na culinária há mais de um século. Além disso, é popularmente conhecido em diversas culturas por melhorar e fortalecer a saúde do cabelo.

Diversas marcas de cosméticos vendem, há décadas, o componente – tanto de maneira isolada, quanto como parte dos ingredientes de determinados produtos. Além disso, é o ingrediente principal da gelatina comum, normalmente servida como doce.

Quais são os benefícios do colágeno hidrolisado?

Apesar de sua presença já antiga no cotidiano de diversas culturas, ainda há poucos estudos que são comumente realizados com o colágeno hidrolisado, no meio científico. Há, no entanto, diversas observações empíricas e estudos incipientes que promovem seus benefícios.

As principais promessas do produto está na proteção e no ganho de massa muscular, e no combate aos sintomas da artrite. Além disso, acredita-se que o produto auxilie a promover a perda de peso. Segundo os estudos realizados, o colágeno promove a queima de gorduras, em vez de promover queima de proteínas.

Outros benefícios populares do componente estão relacionados à saúde e beleza da pele. Acredita-se que o colágeno hidrolisado melhore a tonalidade, a elasticidade e a composição da pele. Além disso, associa-se seu consumo à reconstrução de juntas e artérias, assim como tecidos dos órgãos.

Diversos estudos, ainda não comprovados, sugerem que o produto possa promover melhorias no corpo, como osteoporose, pressão sanguínea alta e problemas auto-imunes. Outros, ainda, sugerem recuperação no controle da bexiga.

Usos adicionais
Além dos fins terapêuticos, há outras formas de se utilizar o colágeno hidrolisado. Entre os principais, destaca-se a reidratação do pó, que converte-se na gelatina comum. Trata-se da mesma gelatina utilizada em doces e receitas, e é perfeitamente comestível, além de fornecer bons níveis de proteína.

Muitas vezes, também utiliza-se o produto como a cápsula protetora de pílulas de medicamentos, em função de sua resistência e solubilidade.

Efeitos colaterais
Não há efeitos colaterais tipicamente associados ao uso de colágeno hidrolisado. Quando utilizado em sua forma comestível, a gelatina, é importante dar atenção aos componentes adicionais – em especial, o açúcar.

Em raras ocasiões, quando utilizado como parte de cosméticos, é possível que ocasione alguma reação alérgica leve. Este efeito depende das restrições da pele da pessoa em relação a outros componentes.

Não há, no entanto, nenhum tipo de efeito colateral grave diretamente associado ao componente. Isso torna seu uso cotidiano bastante seguro. Quando tratamentos com altas doses dele forem realizados, no entanto, é sempre útil recorrer ao acompanhamento médico.

Tratamento com células-tronco reverte casos de impotência sexual

Tratamento com células-tronco reverte casos de impotência sexual

Os investigadores utilizaram células-tronco retiradas de gordura abdominal dos pacientes por lipoaspiração para injetar no pênis, e seis meses após o procedimento 8 dos 21 pacientes recuperaram função erétil suficiente para ter atividade sexual – AFP/Arquivos

AFP

25/03/17 – 09h14
Homens que não tinham ereções após retirar a próstata conseguiram manter relações sexuais recorrendo a um tratamento com células-tronco, revela um trabalho que será divulgado neste sábado, em Londres.

Em oito de 21 homens tratados foi possível reparar a disfunção erétil, apontam resultados preliminares “promissores” da investigação realizada pela equipe de Martha Haahr do hospital universitário de Odense (Dinamarca), que será apresentado no Congresso da Associação Europeia de Urologia, em Londres. Remédio para impotência

Os investigadores utilizaram células-tronco retiradas de gordura abdominal dos pacientes por lipoaspiração para injetar no pênis, e seis meses após o procedimento 8 dos 21 pacientes recuperaram função erétil suficiente para ter atividade sexual, o que foi mantido durante um ano de observação.

Nenhum dos 21 pacientes relatou efeitos colaterais significativos durante o período do procedimento e no ano seguinte.

Segundo Martha Haahr, “é a primeira vez que a terapia com células-tronco permite a pacientes recuperar uma função erétil suficiente para ter relações sexuais”.

Os resultados deste teste clínico de fase 1, destinado em um primeiro momento a verificar a segurança do método, sugere a possibilidade de se tratar pacientes que sofrem disfunção erétil por outras causas, como diabetes, destacam os investigadores. “Mas trata-se de um teste limitado, sem um grupo-controle”, acrescentou Haahr.

A equipe recebeu autorização das autoridades dinamarquesas para passar diretamente a testes de fase 3 e avaliar a eficácia do método em um maior número de pacientes operados de câncer de próstata, disse à AFP o doutor Lars Lund, do hospital universitário de Odense, que participou do trabalho apresentado em Londres.

O teste autorizado envolve somente pacientes com continência urinária e será comparativo. A incontinência urinária é um dos riscos da retirada total da próstata.